A Transferência na Terapia de Apoio

A Transferência na Terapia de Apoio

A TA pede a estratégia do uso da transferência como meio de redução imediata do conflito e o reforço das defesas, restabelecendo tão rápido quanto o possível um equilíbrio dinâmico estável.

A TA pode aumentar a potencial da transferência porque ocorre maior grau de regressão espontânea, neste tipo de psicoterapia. A estratégia na TA pede que se mantenha a harmonia presente e consciente, ou seja, não se deve intensificar e interpretar as reações transferenciais, não se deve mobilizar os conflitos.

Exemplo: se o analisando tem o desejo transferencial de depender de uma figura autoritária, o analista pode atuar de modo a representar essa figura. Tal conduta de gratificar o analisando vai reduzir a ansiedade e a intensidade do conflito do ego de modo que ele possa se adaptar. As gratificações dentro dos limites na TA proporcionam ao analisando importante e consciente
relação objetal de realidade.
A relação analista-analisando representa uma relação positiva de pai-e-filho e poderá ser usada de modo a provocar identificações do ego e do superego do analisando com o analista e influenciar a adaptação necessária para o amadurecimento emocional do analisando.

 

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1. O analista encoraja as defesas do analisando contra o conhecimento consciente da reações transferenciais, não as interpreta, reduzindo assim as distorções da transferência.

2. O analista opina e fala de si mesmo para o analisando conhecê-lo melhor como um ser real, o que ajuda a reduzir as distorções fantasiosas da transferência e aumenta a realidade das
interações.

3. O analista deve ficar em constante alerta e conduzir a sessão de modo a diminuir a intensidade da transferência, diminuindo a frequência das sessões, e isso deve ser feito sem que o analisando pense que é uma rejeição, mas como um sinal de progresso.

4. A tática de diminuir a transferência deve ocorrer antes da intensidade surgir, pois se tentadas depois, o analisando poderá sentir rejeição.

5. A interpretação dos conteúdos pode ajudar na diminuição das reações transferenciais dirigidas ao analista. O analista pode dizer algo assim: “estes sentimentos fazem parte do tratamento, depois desaparecem”.

6. Para manter a transferência em nível positivo o analista deve evitar mobilizar transferências negativas ou sentimentos de rejeição. Por ex.: se o analista precisar cancelar uma sessão poderá sugerir uma sessão substituta, assim reduzindo um possível sentimento de rejeição por parte do analisando.

7. Hostilidades contra o analista ou contra a análise, devem ser trabalhadas dentro da situação de realidade presente no tratamento, em vez de se considerar como resistências primitivas a serem
tratadas. (diferente da TI).

8. O princípio da realidade é preservado quando o analista usa a autoridade dele para ajudar o analisando a modificar as atitudes infantis, suavizando sentimentos de culpa ou temores de punição, de modo que ele tenha controle mais eficaz das situações conflituosas.

9. Encorajar o analisando a fazer transferências de modo a identificar-se com o analista. Ex.: o analista mostra os mesmos interesses do analisando sobre esporte, música, hobby, etc., de maneira que o analisando faz transferências positivas.

10. Quando ocorrer resistência da transferência, o analista vai auxiliar o analisando, dizendo-lhe coisas para confortá-lo, deixá-lo à vontade, como “conte sempre comigo”, de modo que não haja intensificação da transferência. Na TA a solução definitiva da relação transferencial não é objetivo tático do tratamento, ao contrário da TI. O objetivo tático central da TA é ajudar o analisando a manter uma relação positiva com transferência branda, sem busca de significados inconscientes que causariam frustrações no analisando.

 

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